terça-feira, 2 de abril de 2013

Eduardo: vamos discutir a seca e não corrida presidencial


Ao chegar, há pouco, à reunião com a presidente Dilma Rousseff (PT) em Fortaleza, o governador Eduardo Campos (PSB) reafirmou o vem pregando sobre sucessão presidencial e garantiu que ainda não é o momento certo para tratar sobre o cenário político de 2014 e que chega ao Ceará com a preocupação de discutir os graves problemas relacionados ao combate à seca.
Eduardo refletiu sobre o que disse sobre a economia brasileira durante uma palestra com empresários, há 15 dias, quando afirmou que 2011 foi um ano ruim e que o plano piorou ainda mais 2012. Em sua análise, o país precisa implantar novas políticas para que se consiga alcançar os níveis de crescimento desejados e garantir a tão almejada estabilidade econômica.
Ao enfrentar um paredão de repórteres que o procuraram para tratar especificamente sobre sua possível candidatura à Presidência da República, Eduardo foi categórico e disse apenas que “não é hora de falar sobre sucessão presidencial”.
Em seguida, o governador relatou que esteve presente, na manhã desta terça-feira (2), em uma reunião entre os governadores nordestinos e que, na oportunidade, os líderes estaduais chegaram a um consenso em relação a algumas medidas emergenciais de enfrentamento à estiagem que serão apresentadas a presidente Dilma.
Por fim, Eduardo destacou que sentiu que umas das maiores preocupações dos Estados do Nordeste é com o excesso de burocracia que impede que as medidas de combate à seca apresentadas pelo Governo Federal cheguem com mais rapidez às áreas atingidas pela ausência de chuvas.

“Terrorismo” dos petistas não assusta a direção nacional do PSB


1- A versão difundida por petistas de que a eventual candidatura de Eduardo Campos a presidente da República não teria o apoio de quatro dos seis governadores do PSB não preocupa o partido.
2- Os tais governadores que não apoiariam Campos são Camilo Capiberibe (AP), Ricardo Coutinho (PSB), Renato Casagrande (ES) e Wilson Martins (PI).
3- Hoje, no entanto, a direção do PSB contestou com fatos a “boataria” espalhada pelos petistas.
4- Ela afirma que Capiberibe está fechadíssimo com Campos por um motivo óbvio: seu principal adversário no Amapá é o PT.

5- Como, portanto, apoiar a candidatura da presidente Dilma Rousseff se o PSB lançar o seu próprio candidato?
6- Com relação a Ricardo Coutinho (PB), a situação é exatamente a mesma de Capiberibe: seu principal adversário na Paraíba é acoligação PT-PMDB.
7- Em João Pessoa, por exemplo, nas eleições de 2012, a candidato de Coutinho (Estela Bezerra) foi derrotada pelo petista Luciano Cartaxo.
8- Logo, se Eduardo Campos for candidato, não há perigo de não ter o apoio do governador, dizem os socialistas.
9- Quanto a Renato Casagrande (ES), embora tenha boa relação com Dilma, também tem o PT como opositor no plano local e ficará com Campos em qualquer circunstância.
10- Por último, no que toca ao governador Wilson Martins (PI),ele foi vice do petista Wellington Dias, atual senador, durante 8anos. A relação, portanto, com o PT é fraternal.
11- No entanto, o mesmo Dias foi candidato a prefeito de Teresina em 2012, com apoio de Lula e Dilma, e ficou em terceiro lugar.

Blog de INALDO SAMPAIO 

Com retificação  Camilo Capiberibe (AP)e não PT

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O prefeito ao lado do seu vice, empossaram nesta segunda-feira mais duas mulheres no primeiro escalão.


O prefeito de Abreu e Lima, pastor Marcos José (PT), ao lado do seu vice, Josias Azevedo (PMDB), empossaram nesta segunda-feira mais duas mulheres no primeiro escalão.
Trata-se da secretária do Planejamento, arquiteta Dolores Simões, e de sua adjunta, a engenheira Glaucione Feitosa.
Ambas são funcionárias de carreira da Prefeitura e ampliaram o número de mulheres no secretariado municipal.
O ex-secretário do Planejamento Carlos Cardoso e seu ajunto, Fernando Mateus, assumiram as pastas de Agricultura e Meio Ambiente, respectivamente.
O prefeito Marcos José teve o apoio do seu antecessor, Flávio Gadelha (PMDB), provável candidato a deputado estadual nas eleições do próximo ano.

Serra Talhada, no Sertão do Estado, registrou redução de 96,67% no índice de casos confirmados de dengue

O município de Serra Talhada, no Sertão do Estado, registrou redução de 96,67% no índice de casos confirmados de dengue no primeiro semestre de 2013 em comparação ao mesmo período do ano passado. Entre os meses de janeiro e março, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou apenas dois casos da doença – em 2012, neste mesmo período, foram diagnosticados 60 casos da doença.
O gerente de Vigilância em Saúde do município, Aron Araújo, explica que a nova metodologia aplicada inclui acompanhamento de todos os casos suspeitos desde o momento em que o paciente é receitado. Para isso, a Secretaria de Saúde aciona diariamente uma equipe para mapear as suspeitas de dengue em todos os postos e hospitais da cidade.

“Quando o confirmado algum caso, nós enviamos uma força-tarefa que chamamos de ‘equipe de ataque’ para o bairro onde esse paciente mora. Então começamos o trabalho de bloqueio ao foco do mosquito Aedes Aegypti”, explica Aron.

Amupe divulga nota de repúdio à redução do IPI






 





















Insatisfeitos com a prorrogação da isenção do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, um grupo de prefeitos pernambucanos prepara um ato em repúdio à medida. Liderados pelo prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca (PSB), e pelo presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota (PSB), os chefes dos executivos municipais divulgarão uma nota paga nos jornais do Estado com texto crítico à provável continuação do ritmo de diminuição dos repasses federais por conta da iniciativa. E, claro, provavelmente recheada de críticas à presidente Dilma Rousseff (PT).

Com as seguidas isenções do IPI, os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) têm sofrido reduções que chegam até 30% dependendo da cidade. Como boa parte das prefeituras é dependente desse recurso para tocar suas máquinas, há uma cobrança geral para que o Governo Federal promova algum tipo de compensação direta.

Curiosamente, tanto Ettore Labanca, quanto José Patriota, são defensores ferrenhos da bandeira levantada pelo governador Eduardo Campos (PSB), provável candidato à Presidência da República, de revisão do pacto federativo, discurso esse que encontra resistência da presidente Dilma.

PT EM ALERTA POR CONTA DA MAL AVALIÇÃO DE SEUS GOVERNOS


Nos estados, há preocupação no PT com governos comandados atualmente pelo partido. É o caso, por exemplo, do Rio Grande do Sul, onde o governador Tarso Genro (PT) disputará a reeleição. Sua administração tem sido mal avaliada devido a problemas nas finanças do estado, de segurança pública e desgaste com os professores, que não estão recebendo o piso nacional do magistério.

Também há desgaste nas administrações petistas de Jaques Wagner, na Bahia, que não pode mais disputar a reeleição, e Agnelo Queiroz, que está no primeiro mandato no governo do Distrito Federal, e tem uma reeleição difícil. Nesses lugares, a preocupação maior é montar um palanque para Dilma, mesmo que não haja chance real de vitória local para o partido.

Magno Martins

ARMANDO ACREDITA QUE PODE SER O CANDIDATO A GOVERNADOR DE EDUARDO


A assessoria política do senador Armando Monteiro (PTB) começou a marcar novas visitas dele ao interior de Pernambuco.

A próxima deverá ser ao Sertão do Pajeú, conforme o prefeito do município de Itapetim, Arquimedes Machado (PSB).
“Recebi um comunicado dizendo que o senador pretendia reunir-se com os prefeitos aqui do Pajeú. Se a reunião for em Itapetim, ele será muito bem recebido. Afinal, foi um dos nossos candidatos a senador em 2010”, afirmou o prefeito.
Armando parece estar acreditando na possibilidade de tornar-se o candidato da Frente Popular à sucessão de Eduardo Campos por várias razões, a saber:

a) A recente visita que o governador fez ao seu gabinete, em Brasília, para articularem juntos o discurso que fariam sobre a Medida Provisória dos Portos.

b) A visita feita pelo governador ao presidente nacional do PTB, ex-deputado Roberto Jefferson, com quem teria tratado da possibilidade de o partido apoiá-lo, em nível nacional, em troca do apoio à candidatura de Armando.

c) O fato de o senador já ter-se lançado, dizendo que no “trem” da Frente Popular não pode haver passageiros de “duas classes”, e o PSB estar consultando informalmente outros partidos sobre a viabilidade política desta candidatura.